O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomou uma decisão unânime nesta sexta-feira (11), indeferindo o pedido de registro de candidatura do influenciador Pablo Marçal à presidência da República. Os sete ministros da corte votaram pela rejeição da candidatura, alinhados ao voto da relatora, ministra Estela Aranha.
A inelegibilidade de Marçal foi justificada por condenações anteriores pela Justiça Eleitoral. Ele foi sentenciado a oito anos de inelegibilidade por um episódio ocorrido nas eleições municipais de 2024, onde teria oferecido gravações de vídeos a vereadores e prefeitos em troca de doações financeiras. Essa decisão torna Marçal inelegível até 2032.
Adicionalmente, o Ministério Público Federal apresentou ao TSE argumentos sobre a filiação partidária de Marçal. Segundo a Procuradoria, ele não estava devidamente filiado ao PRTB em abril deste ano, prazo final para a janela partidária, tendo se filiado anteriormente ao União Brasil.

