O resultado do primeiro turno das eleições deste domingo (4) definiu que sete estados brasileiros não terão seus governadores eleitos em uma única etapa. A decisão sobre quem comandará essas unidades federativas foi adiada para o dia 25 de outubro, data marcada para a realização do segundo turno.
Os estados que protagonizarão novas disputas são Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins. A polarização em algumas dessas regiões foi acentuada, com os candidatos mais votados ficando aquém da maioria absoluta necessária para a vitória imediata.
No Acre, a disputa final será entre Mailza Assis (PP), que liderou a apuração com 49,76% dos votos válidos, e Alan Rick (Republicanos), com 32,27%.
No Amazonas, Omar Aziz (PSD) obteve 40,38% e disputará o cargo com Professora Maria do Carmo (PL), que alcançou 24,72% dos votos válidos.
O Distrito Federal verá Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) se enfrentarem. Leão liderou com 49,93%, enquanto Grass obteve 34,48% dos votos válidos.
No Espírito Santo, a escolha ficará entre Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 49,65% dos votos válidos, e Ricardo Ferraço (MDB), que somou 34,06%.
Já no Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) se confrontarão após obterem 49,27% e 42,76% dos votos válidos, respectivamente.
No Rio Grande do Norte, Allyson (União) saiu na frente com 36,83% e disputará com Cadu de Lula (PT), que obteve 36,21% dos votos válidos.
Por fim, no Tocantins, a eleição para governador será decidida entre Professora Dorinha (União), com 45,52% dos votos válidos, e Vicentinho Júnior (PSDB), que alcançou 43,94%.

