Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    • Início
    • Política
    • Polícia
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    Início » Câmara Muda Fiscalização de Abrigos e Programas para Crianças: Justiça Sai, Conselho Tutelar e MP Assumem
    Política

    Câmara Muda Fiscalização de Abrigos e Programas para Crianças: Justiça Sai, Conselho Tutelar e MP Assumem

    RedaçãoPor Redação5 de janeiro de 2026
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Email

    Em uma decisão significativa para a proteção da infância e adolescência, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou uma alteração na forma como entidades que acolhem crianças e adolescentes são fiscalizadas. A proposta transfere a responsabilidade de atestar a qualidade e a eficiência de serviços como abrigos e programas socioeducativos do Poder Judiciário para o Conselho Tutelar e o Ministério Público.

    O texto aprovado, um substitutivo da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA) ao Projeto de Lei 4150/25, original da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), mantém o objetivo de aprimorar a fiscalização. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê a atuação conjunta do Judiciário, Ministério Público e Conselhos Tutelares na supervisão dessas entidades. Contudo, a certificação de qualidade para a renovação do funcionamento ficava a cargo exclusivo da Justiça da Infância e da Juventude.

    Segundo a relatora, deputada Rogéria Santos, a mudança visa fortalecer a imparcialidade do Judiciário e prevenir potenciais conflitos de interesse. Em seu parecer, ela argumentou que a avaliação e certificação dos serviços devem ser conduzidas por órgãos administrativos e fiscalizadores, o que, segundo ela, contribui para o aperfeiçoamento das políticas públicas de proteção.

    A deputada Laura Carneiro, autora da proposta original, ressaltou a importância de preservar o princípio da inércia da jurisdição. Ela explicou que o Judiciário deve concentrar-se em sua função primordial de julgar, atuando apenas quando provocado, e evitar funções administrativas que possam comprometer sua imparcialidade em casos futuros envolvendo as mesmas instituições.

    O projeto agora segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Caso aprovado, o texto ainda precisará passar pelo Senado antes de se tornar lei.

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email

    Postagens Recentes

    Presidenciáveis em campanha: confira os destaques da agenda deste sábado

    26 de setembro de 2026

    Meta suspende anúncios de campanha de Lula no Facebook às vésperas da eleição

    25 de setembro de 2026

    Ex-presidente José Sarney busca tratamento para pneumonia em hospital de São Paulo

    25 de setembro de 2026

    Eleições 2024: conheça os seis nomes que disputam o governo de Sergipe

    25 de setembro de 2026

    Rio Grande do Norte: 8 nomes disputam o governo estadual; saiba quem são

    25 de setembro de 2026

    Agenda presidencial: candidatos em campanha por SP, MG, GO, RJ, BA e PE nesta sexta-feira

    25 de setembro de 2026
    Adicionar Comentário

    Comments are closed.

    • Facebook
    • Instagram
    Últimas Notícias

    Presidenciáveis em campanha: confira os destaques da agenda deste sábado

    26 de setembro de 2026

    Meta suspende anúncios de campanha de Lula no Facebook às vésperas da eleição

    25 de setembro de 2026

    Ex-presidente José Sarney busca tratamento para pneumonia em hospital de São Paulo

    25 de setembro de 2026

    Eleições 2024: conheça os seis nomes que disputam o governo de Sergipe

    25 de setembro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Tempo de Noticias.Todos os direitos reservados.

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.