Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    • Início
    • Política
    • Polícia
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    Início » Dinheiro do conglomerado Master migrou para grandes bancos, revela Banco Central
    Economia

    Dinheiro do conglomerado Master migrou para grandes bancos, revela Banco Central

    RedaçãoPor Redação25 de maio de 2026
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Email

    Recursos que foram ressarcidos a clientes do conglomerado Master após a liquidação extrajudicial das instituições do grupo foram predominantemente direcionados para bancos de maior porte. A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (25), no Relatório de Estabilidade Financeira (REF) referente ao segundo semestre de 2025.

    De acordo com o documento, o episódio envolvendo o Master não causou impactos sistêmicos no Sistema Financeiro Nacional (SFN). O relatório destacou que a liquidação extrajudicial das entidades do conglomerado não gerou efeitos de contágio no sistema.

    Entre janeiro e fevereiro deste ano, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) desembolsou R$ 37,7 bilhões para clientes do Master, Master BI e Letsbank. Deste montante, R$ 20,77 bilhões (55,1%) foram aplicados em títulos de instituições financeiras, R$ 1,47 bilhão em títulos privados e os R$ 15,46 bilhões restantes tiveram outras finalidades.

    O Banco Central observou que os maiores bancos do país concentraram a maior parte desses recursos. Instituições classificadas como S1, que representam bancos com ativos significativos (pelo menos 10% do PIB) ou forte atuação internacional, receberam 40,9% dos valores. Bancos S2, de grande porte e com relevância sistêmica, absorveram 24,2%.

    Durante a apresentação do relatório, Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do BC, afirmou que a migração dos recursos foi monitorada de perto pela autoridade monetária, com acompanhamento detalhado de cada cliente. Ele reiterou que a liquidação não afetou a estabilidade do sistema financeiro, lembrando que o conglomerado Master representava apenas cerca de 0,1% dos ativos totais do sistema bancário brasileiro.

    O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também havia minimizado o risco sistêmico associado ao caso, comparando a situação a um banco de menor porte, que não apresentaria ameaça à estabilidade geral.

    O relatório reforça a solidez do sistema financeiro brasileiro, mesmo em um cenário de juros elevados e aumento da inadimplência. O BC assegura que não há riscos relevantes para a estabilidade, com capitalização e liquidez adequadas nos bancos. Testes de estresse indicam que as instituições financeiras possuem capacidade de resistência a cenários adversos, e a rentabilidade se manteve estável, com o crescimento dos resultados operacionais compensando o aumento dos custos com provisões.

    Por outro lado, o relatório aponta uma desaceleração no ritmo do crédito em 2025, tanto para pessoas físicas quanto para empresas. No segmento de pessoas físicas, observou-se um aumento no comprometimento da renda e na inadimplência em diversas modalidades de crédito, com projeção de continuidade dessa tendência. No entanto, o BC afirma que os bancos possuem provisões suficientes para cobrir perdas esperadas.

    Finalmente, o documento destaca o crescimento contínuo do Pix, que já representa 29% das transações no varejo no segundo semestre de 2025, consolidando sua posição no sistema de pagamentos brasileiro.

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email

    Postagens Recentes

    Brasil é referência mundial no combate ao trabalho forçado, discordam EUA

    22 de julho de 2026

    Reciprocidade brasileira contra tarifas dos EUA: “Não é retaliação, é correção de injustiça”, afirma Alckmin

    21 de julho de 2026

    Dólar recua para R$ 5,07, menor patamar em um mês, impulsionado pelo petróleo e juros altos

    21 de julho de 2026

    Mulheres negras em posições de liderança: festival no Rio discute impulsionar carreiras e combater o racismo no mercado

    21 de julho de 2026

    Comércio em feriados: nova portaria define regras e exige negociação coletiva

    21 de julho de 2026

    INSS: governo libera R$ 547 milhões para corrigir descontos indevidos

    21 de julho de 2026
    Adicionar Comentário

    Comments are closed.

    • Facebook
    • Instagram
    Últimas Notícias

    Brasil é referência mundial no combate ao trabalho forçado, discordam EUA

    22 de julho de 2026

    EUA usam “pretexto” de big techs para justificar tarifas sobre produtos brasileiros, dizem especialistas

    22 de julho de 2026

    Reciprocidade brasileira contra tarifas dos EUA: “Não é retaliação, é correção de injustiça”, afirma Alckmin

    21 de julho de 2026

    Itamaraty desaconselha viagens ao Oriente Médio e pede cautela a brasileiros na região

    21 de julho de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Tempo de Noticias.Todos os direitos reservados.

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.