Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    • Início
    • Política
    • Polícia
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    Início » Fazenda avalia fundo garantidor para aliviar dívidas rurais impactadas pelo clima
    Economia

    Fazenda avalia fundo garantidor para aliviar dívidas rurais impactadas pelo clima

    RedaçãoPor Redação20 de maio de 2026
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Email

    O Ministério da Fazenda está em fase de estudos para a criação de um Fundo Garantidor destinado ao agronegócio. A iniciativa visa mitigar os efeitos do crescente endividamento rural, agravado por perdas significativas decorrentes de eventos climáticos extremos.

    A proposta foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, após um encontro com parlamentares e representantes do setor agrícola. O objetivo principal é discutir e viabilizar a renegociação das dívidas que afligem os produtores rurais em todo o país.

    Segundo Durigan, o modelo em desenvolvimento prevê a colaboração entre o governo federal, instituições financeiras e os próprios produtores, que teriam uma participação em menor escala. A expectativa é que um texto final sobre o tema seja apresentado nos próximos dias.

    O novo fundo funcionaria de maneira semelhante ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que oferece cobertura parcial a investidores em caso de falência de instituições financeiras. No entanto, uma distinção importante é a participação de recursos públicos, que seriam um diferencial em relação ao FGC, cujos aportes provêm exclusivamente do setor financeiro.

    A renegociação de passivos rurais contemplará uma linha de crédito especial, com recursos oriundos do Fundo Social do Pré-Sal e outros fundos geridos pela Fazenda. Produtores terão condições facilitadas, incluindo um prazo de até dez anos para quitação e carência de dois anos para o início dos pagamentos. Estes pontos foram acordados com senadores, conforme informou o ministro.

    Um dos critérios centrais para o enquadramento no programa é a comprovação de perdas reais por parte do agricultor, uma exigência da Fazenda para garantir que o benefício atinja aqueles que foram genuinamente afetados. Inicialmente, o governo cogitava prazos menores, mas cedeu após negociações, ampliando o período de carência e pagamento.

    A equipe econômica busca estabelecer critérios rigorosos de acesso para que apenas produtores comprovadamente afetados por adversidades climáticas ou crises econômicas possam usufruir do programa, evitando o uso indiscriminado do mecanismo.

    O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator do projeto, destacou a necessidade de uma solução estrutural para o endividamento rural, que deixou de ser um problema pontual para se tornar uma questão estrutural na economia agrícola brasileira. Ele enfatizou a importância de preservar a produção, o abastecimento e os empregos do setor.

    A intensificação dos riscos climáticos, com secas prolongadas, enchentes e variações severas, tem impactado diretamente as safras e, consequentemente, a capacidade de pagamento dos créditos rurais. O fundo garantidor é visto como uma tentativa de criar uma rede de proteção financeira permanente para o setor.

    Apesar do apoio político, a proposta enfrenta questionamentos quanto ao seu impacto fiscal. Estimativas indicam que o volume de dívidas rurais a serem renegociadas pode alcançar R$ 180 bilhões. Os recursos iniciais previstos incluem até R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal. A votação do projeto no Senado foi adiada para permitir mais tempo de negociação sobre pontos sensíveis.

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email

    Postagens Recentes

    Brasil é referência mundial no combate ao trabalho forçado, discordam EUA

    22 de julho de 2026

    Reciprocidade brasileira contra tarifas dos EUA: “Não é retaliação, é correção de injustiça”, afirma Alckmin

    21 de julho de 2026

    Dólar recua para R$ 5,07, menor patamar em um mês, impulsionado pelo petróleo e juros altos

    21 de julho de 2026

    Mulheres negras em posições de liderança: festival no Rio discute impulsionar carreiras e combater o racismo no mercado

    21 de julho de 2026

    Comércio em feriados: nova portaria define regras e exige negociação coletiva

    21 de julho de 2026

    INSS: governo libera R$ 547 milhões para corrigir descontos indevidos

    21 de julho de 2026
    Adicionar Comentário

    Comments are closed.

    • Facebook
    • Instagram
    Últimas Notícias

    Brasil é referência mundial no combate ao trabalho forçado, discordam EUA

    22 de julho de 2026

    EUA usam “pretexto” de big techs para justificar tarifas sobre produtos brasileiros, dizem especialistas

    22 de julho de 2026

    Reciprocidade brasileira contra tarifas dos EUA: “Não é retaliação, é correção de injustiça”, afirma Alckmin

    21 de julho de 2026

    Itamaraty desaconselha viagens ao Oriente Médio e pede cautela a brasileiros na região

    21 de julho de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Tempo de Noticias.Todos os direitos reservados.

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.