Gabriel Martinelli demonstrou versatilidade e compromisso com a seleção brasileira, admitindo que está pronto para atuar na ponta direita do ataque, caso seja necessário, no confronto contra a Escócia. Embora sua preferência seja pela esquerda, o atacante do Arsenal já atuou pelo lado direito em seu clube e também em amistosos pela seleção, inclusive sob o comando de Carlo Ancelotti. A possibilidade surge devido a uma lesão de Raphinha, que o tirou do jogo de quarta-feira (24), válido pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.
O jogador, que é destro, pode ser uma alternativa para suprir a ausência de Raphinha, embora Rayan e Luiz Henrique também sejam considerados para a posição. Martinelli ressaltou que a decisão final sobre a escalação cabe ao treinador, mas reafirmou sua disposição em desempenhar qualquer função que beneficie a equipe.
Em relação ao adversário, Martinelli prega cautela, apesar de conhecer diversos jogadores escoceses por atuarem na Inglaterra. Ele destacou a qualidade do time escocês, mencionando nomes como John McGinn e Andy Robertson, e expressou o desejo de vencer para garantir a liderança do grupo, o que traria vantagens logísticas para as próximas fases do torneio.
A permanência da seleção em Nova Jersey durante o mata-mata seria garantida com a primeira colocação, evitando deslocamentos para cidades como Monterrey, no México. Martinelli enfatizou a importância de se manter na base atual para otimizar a logística da equipe na Copa.
Sobre o retorno de Neymar aos treinos, Martinelli mostrou otimismo e destacou a dedicação do craque. O atacante afirmou que os jogadores estariam dispostos a se esforçar ainda mais, correndo até 20% ou 30% a mais, se necessário, para potencializar o desempenho de Neymar ou de qualquer outro companheiro. Ele elogiou a intensidade e a vontade demonstradas por Neymar nos treinamentos, ressaltando a alegria da equipe em contar com um jogador de seu calibre.

