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    Esporte

    Mascotes da Copa do Mundo: da águia-careca em risco à onça-pintada ameaçada

    RedaçãoPor Redação12 de junho de 2026
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    Com o início da Copa do Mundo, as mascotes oficiais do torneio ganham destaque. Maple, a alce que representa o Canadá; Zayu, a onça-pintada simbolizando o México; e Clutch, a águia-careca em homenagem aos Estados Unidos, estão disponíveis para o público. Estes personagens, criados pela Fifa, buscam conectar a torcida, especialmente o público infantil, com a cultura e identidade dos países sede.

    Maple, um alce comum no hemisfério norte, é uma homenagem à folha da árvore Maple, símbolo canadense. Na narrativa do torneio, ele atua como goleiro, demonstrando paixão por música, moda urbana e viagens pelo país. Sua imagem o apresenta com um uniforme vermelho e uma bola de futebol.

    Zayu, a onça-pintada, representa o México, com suas raízes nas selvas do sul do país. Ela personifica a herança cultural, a gastronomia e o espírito vibrante mexicano, atuando em campo como atacante, com agilidade e perspicácia. É importante notar que a espécie da onça-pintada enfrenta ameaças no México, embora esforços de conservação indiquem uma recuperação em sua população.

    A águia-careca Clutch simboliza os Estados Unidos, incorporando um espírito livre, aventureiro e otimista. Posicionada como meio-campista, Clutch tem a capacidade de unir o time. Historicamente, a águia-careca era considerada sagrada pelos povos indígenas e, após enfrentar sérios riscos de extinção, foi protegida por programas de conservação, incluindo a proibição de pesticidas prejudiciais.

    A tradição de mascotes em Copas do Mundo remonta a 1966, com o leão Willie. Ao longo das edições, animais e figuras culturais foram escolhidos, como Juanito no México em 1970 e Fuleco, o tatu-bola, no Brasil em 2014. Assim como Zayu e Clutch, Fuleco também representava uma espécie em risco de extinção, destacando a importância da conservação ambiental dentro do contexto esportivo.

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