O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, participou de um ato de campanha no Rio de Janeiro ao lado de Douglas Ruas, recém-eleito governador do estado. Durante o evento, realizado na Barra da Tijuca, ambos expressaram o compromisso de combater o crime organizado em todo o país.
Flávio Bolsonaro afirmou que a aliança com Ruas visa a “declarar guerra” a grupos como o Comando Vermelho, PCC e milícias. Ele direcionou suas declarações a “narcoterroristas” que atuam no Rio de Janeiro, São Paulo e em outras regiões do Brasil.
Em relação a programas sociais, o candidato negou boatos sobre a privatização da Petrobras e criticou a política de subsídios ao preço do diesel. Ele assegurou que manterá programas sociais como o Bolsa Família, descrevendo-o como um futuro “maior programa de mobilidade social” do país, focado em capacitação e qualificação para os mais necessitados. Flávio Bolsonaro também anunciou a expansão do programa Farmácia Popular, com entrega domiciliar de medicamentos e alertas por celular.
O senador também abordou propostas para o empreendedorismo feminino, prometendo redução de impostos e financiamento acessível, com uma economia futura baseada em produtividade. Ele mencionou estar em conversas com outros partidos e agradeceu o apoio de Augusto Cury.
O contexto do evento e as declarações de Flávio Bolsonaro ocorrem após informações sobre o PLOA de 2023, que indicou uma proposta de redução significativa nos recursos destinados ao programa Farmácia Popular durante o governo anterior. Além disso, a notícia relembra a relação passada de Flávio Bolsonaro com o miliciano Adriano da Nóbrega e a menção do pai de Douglas Ruas em um relatório da CPI das Milícias.

