Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    • Início
    • Política
    • Polícia
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    Início » Fim da aposentadoria compulsória: CNJ define novas punições para juízes em infrações graves
    Judiciário

    Fim da aposentadoria compulsória: CNJ define novas punições para juízes em infrações graves

    RedaçãoPor Redação4 de agosto de 2026
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Email

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça-feira (4) extinguir a aposentadoria compulsória como sanção máxima para magistrados. A partir de agora, juízes que cometerem infrações disciplinares graves, como venda de sentenças, assédio sexual ou moral, poderão enfrentar a perda do cargo como punição.

    A nova resolução estabelece que, após a condenação em Processo Administrativo Disciplinar (PAD), o juiz pode ser submetido à disponibilidade, culminando na perda da função. No entanto, a exoneração definitiva, sem remuneração, dependerá de uma ação judicial específica movida pela Advocacia-Geral da União (AGU).

    Esta mudança atende a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que já havia sinalizado o fim da aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais como penalidade máxima. O STF condicionou a perda do cargo à propositura de ação judicial.

    Durante a sessão de votação, o presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, destacou a importância da medida, afirmando que ela representa “uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão”. Ele ressaltou que o tema é abordado com a devida atenção, considerando os desafios e complexidades envolvidos.

    Nos últimos 20 anos, o CNJ aplicou a aposentadoria compulsória a 126 magistrados. Criado em 2005, o conselho é o órgão responsável por julgar as faltas disciplinares de juízes e desembargadores, anteriormente regidas pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A Loman previa penas como advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade e aposentadoria compulsória, sendo esta última a mais severa.

    Com a antiga regra, magistrados condenados pelo CNJ continuavam a receber seus salários mensalmente, mesmo após a sanção disciplinar.

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email

    Postagens Recentes

    MPSP avança em investigação de esquema milionário na Fazenda de SP

    3 de setembro de 2026

    Ministro do STF André Mendonça anuncia saída da sociedade em instituto de ensino

    3 de setembro de 2026

    Procurador propõe sufocar financeiramente o crime organizado no Rio

    3 de setembro de 2026

    Toffoli reverte decisão e libera propaganda digital de candidato à presidência

    3 de setembro de 2026

    TSE libera seis candidaturas presidenciais para eleições de outubro; veja lista

    3 de setembro de 2026

    PGR pede arquivamento de depoimento sobre supostas intimidações a ex-banqueiro

    3 de setembro de 2026
    Adicionar Comentário

    Comments are closed.

    • Facebook
    • Instagram
    Últimas Notícias

    Último fim de semana de campanha: candidatos intensificam agendas de rua e debatem apostas online

    27 de setembro de 2026

    A ascensão e queda das bets no Brasil: o impacto devastador na vida dos brasileiros

    27 de setembro de 2026

    São Paulo: conheça os seis nomes que buscam o Palácio dos Bandeirantes

    27 de setembro de 2026

    Eleições RJ: conheça os nove nomes na disputa pelo governo do estado

    27 de setembro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Tempo de Noticias.Todos os direitos reservados.

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.