A quarta-feira, 2 de agosto, marcou mais um dia de intensa atividade para os candidatos à presidência. As agendas variaram entre entrevistas, sabatinas, visitas a instituições e mercados, além de caminhadas e encontros com diversos setores da sociedade.
Rui Costa Pimenta (PCO) e Flávio Bolsonaro (PL) não divulgaram agendas públicas de campanha. Da mesma forma, Hertz Dias (PSTU), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Renan Santos (Missão) não tiveram compromissos públicos registrados.
Samara Martins (UP) esteve no Rio de Janeiro, onde se reuniu com estudantes e trabalhadores em frente ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), na Ilha do Fundão, e visitou o restaurante universitário.
Wilson Grassi (Democrata) protestou em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, contra a suspensão de sua campanha nas redes sociais, determinada pelo ministro Dias Toffoli. Grassi argumentou que a medida é desproporcional, visto que sua campanha é realizada integralmente online, sem recursos do fundo eleitoral.
Em São Paulo, Augusto Cury (Avante) participou de um encontro com representantes da comunidade judaica na Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp). Cury destacou a importância da pacificação e do combate à violência cultural e ao preconceito.
Clariana Barão (Democracia Cristã) também cumpriu agenda em São Paulo, com participação em programas de rádio e TV. Ela visitou a região do Brás, no centro da cidade, conversando com comerciantes locais, e esteve na Casa da Mulher Brasileira, que presta apoio a mulheres em situação de violência doméstica.
Edmilson Costa (PCB) concentrou suas atividades em Lisboa, participando de compromissos da secretaria-geral do partido.
Romeu Zema (Novo) reuniu-se com motoristas de aplicativo no centro de São Paulo, defendendo a livre negociação entre empresas e trabalhadores. Zema ressaltou a necessidade de clareza nas negociações e na remuneração dos motoristas.
Ronaldo Caiado (PSD) concedeu entrevista à rádio Metropolitana 90.5 FM, em São Paulo, e visitou o Mercado Municipal de Pinheiros. Durante a visita, Caiado afirmou que, caso eleito, pretende reduzir a taxa de juros para 7%, citando as dificuldades enfrentadas por pequenos empresários.

