Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    • Início
    • Política
    • Polícia
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    Início » Influenciadores mirins: novas regras de autorização judicial para monetização entram em vigor
    Judiciário

    Influenciadores mirins: novas regras de autorização judicial para monetização entram em vigor

    RedaçãoPor Redação18 de junho de 2026
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Email

    Plataformas digitais como YouTube, Instagram, TikTok e Kwai agora exigem autorização judicial para remunerar conteúdos envolvendo crianças e adolescentes. A nova determinação, que começou a valer nesta semana, faz parte do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) e visa proteger menores expostos comercialmente nas redes.

    Caso os chamados influenciadores mirins não apresentem o alvará judicial, as plataformas deverão suspender imediatamente os conteúdos até que a situação seja regularizada. A norma impede a monetização e o impulsionamento de vídeos que explorem a imagem ou a rotina de menores sem a devida permissão legal.

    Embora o ECA Digital esteja em vigor desde março, as regras específicas para plataformas digitais tiveram um período de adaptação de três meses. O estatuto também proíbe a veiculação, monetização ou impulsionamento de conteúdos que exponham crianças e adolescentes a situações violadoras, erotizadas, vexatórias, degradantes ou que contenham publicidade vedada.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) enviou um ofício às principais plataformas com recomendações para adequação à legislação. Entre as orientações, está a notificação a todos os perfis sobre a obrigatoriedade da autorização judicial para conteúdos remunerados e a implementação de meios para verificar alvarás já existentes.

    Uma proposta de padronização de alvarás será votada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A minuta prevê a criação do Banco Nacional de Alvarás para a Participação de Crianças e Adolescentes no Ambiente Digital (BNAD). Juízes poderão estabelecer condições para proteger a saúde física, mental e emocional dos menores, preservar sua privacidade e dados pessoais.

    As novas regras sugerem que a solicitação de alvará seja feita na Vara da Infância e Juventude local, com validade máxima de 12 meses para crianças e 18 meses para adolescentes. Alvarás emitidos anteriormente continuarão válidos até o fim de sua vigência. O cumprimento de condições como frequência escolar será acompanhado, e as regras se aplicam a todas as crianças brasileiras, independentemente de onde morem.

    Para a concessão do alvará, é necessário o consentimento do menor, comprovação de frequência escolar compatível com a rotina de gravações e publicações, e garantia de que os rendimentos sejam revertidos em favor do menor, preferencialmente em contas de poupança ou aplicações de baixo risco. Limites de horas de trabalho e de conteúdo, com clareza sobre o que pode ou não ser gravado, também são critérios importantes.

    A regulamentação divide o trabalho de influenciadores infantojuvenis em duas modalidades de alvará: publicidade tradicional adaptada à internet e criação de conteúdo para canais e perfis que monetizam internamente. O sistema proposto permitirá a consulta automatizada de alvarás por plataformas, poder público e sociedade civil, facilitando a fiscalização e o controle social.

    O governo federal ressalta que a concessão de alvarás judiciais não impede a atuação de órgãos de fiscalização do trabalho e do Ministério Público do Trabalho em casos de trabalho infantil irregular, fraude trabalhista ou exploração econômica indevida.

    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email

    Postagens Recentes

    STF confirma condenações de cinco envolvidos no assassinato de Marielle Franco

    18 de junho de 2026

    PGR defende lei que reduz penas de golpistas do 8 de janeiro e diverge de AGU

    18 de junho de 2026

    Senador Jaques Wagner é alvo de investigação da PF por suposto recebimento de vantagens

    18 de junho de 2026

    Polícia pede autorização do STF para ouvir Bolsonaro sobre arma apreendida em blitz

    18 de junho de 2026

    STF: Três ministros votam pela anulação de absolvição no caso Mariana Ferrer

    18 de junho de 2026

    Gilmar Mendes sugere súmula para frear ‘pautas-bomba’ e proteger contas públicas

    18 de junho de 2026
    Adicionar Comentário

    Comments are closed.

    • Facebook
    • Instagram
    Últimas Notícias

    STF confirma condenações de cinco envolvidos no assassinato de Marielle Franco

    18 de junho de 2026

    Influenciadores mirins: novas regras de autorização judicial para monetização entram em vigor

    18 de junho de 2026

    PGR defende lei que reduz penas de golpistas do 8 de janeiro e diverge de AGU

    18 de junho de 2026

    Senador Jaques Wagner é alvo de investigação da PF por suposto recebimento de vantagens

    18 de junho de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Tempo de Noticias.Todos os direitos reservados.

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.