Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    • Início
    • Política
    • Polícia
    • Entretenimento
    • Famosos
    • Mundo
    Tempo de NoticiasTempo de Noticias
    Início » Diretor do Banco Central: “Todos pagarão por inflação menor”
    Destaque

    Diretor do Banco Central: “Todos pagarão por inflação menor”

    RedaçãoPor Redação17 de maio de 2022
    Compartilhar
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Pinterest Email

    Diante do aumento das pressões inflacionárias em todo o mundo, que ganharam força com a guerra da Ucrânia, a tendência é de alta de juros no mercado global. E a sinalização do Banco Central do Brasil é de que é bem provável que a taxa básica de juros (Selic) pode subir “até quanto for necessário”, porque “todos estão dispostos a pagar um preço maior para ter uma inflação menor”.

    “Estamos sendo cobrados para fazer o nosso trabalho, cumprir o nosso mandato. E não temos receio de persegui-lo. Vemos esse movimento de inflação implícita bem acima do padrão histórico também nos Estados Unidos e na Europa. Todos estão dispostos a pagar um preço maior para ter uma inflação menor”, disse o diretor de Política Monetária do BC, Bruno Serra Fernandes, ontem, em evento organizado pelo Goldman Sachs.
    Fernandes reconheceu que o desafio do Banco Central será conseguir entregar a inflação dentro da meta e saber calibrar a alta dos juros. “O cenário piorou e foi necessário estender o ciclo. E o tempo dirá se saberemos alongar o período de manutenção do juro alto a fim de entregar a inflação na meta. Mas ela (a decisão) precisa ser razoável, porque o risco de desaceleração é crescente. E esse é o desafio pela frente”, afirmou.

    Fernandes reconheceu que os dados de curto prazo mostram que a economia brasileira está surpreendendo as projeções pessimistas do mercado, mas, no segundo semestre de 2022, a tendência é de desaceleração, porque será o período em que os impactos do ciclo de alta da taxa Selic serão mais efetivos. “O lag da política monetária vai começar a atuar no segundo semestre. A taxa Selic passou para o nível contracionista em novembro de 2021”, destacou Fernandes. “A partir do segundo semestre, a história é outra. Vamos ver a Selic impactando a atividade”, frisou.
    O diretor do BC reforçou que o horizonte relevante com o qual trabalha o Comitê de Política Monetária (Copom) é o de inflação na meta em 2023. O centro da meta atual, de 3,5%, já foi superado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em abril, quando o indicador acumulou alta de 4,29% no primeiro quadrimestre. As estimativas do mercado mostram rompimento do teto da meta, de 5%, e indicam que, em 2023, quando ele passará para 4,75%, também será ultrapassado.

    De acordo com Fernandes, o Copom sinaliza que avalia duas alternativas para chegar à meta de inflação: subir os juros a um pico maior ou adiar o ciclo de baixa. “O ambiente é bastante incerto e a palavra cautela aparecem com muita frequência nos comunicados do Banco Central. A minha preferência é sempre a mesma flutuação da taxa básica, porque uma taxa mais estável por mais tempo é melhor. Mas nem sempre isso é possível”, disse.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Fonte: Correio Braziliense

     

    Diretor do Banco Central inflação juros tempo de notícias
    Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email

    Postagens Recentes

    Ibovespa salta para máxima de maio impulsionado por fluxo estrangeiro e cenário eleitoral

    2 de setembro de 2026

    Produção industrial brasileira retoma fôlego e cresce 0,2% após dois meses de retração

    2 de setembro de 2026

    Bolsa brasileira opera em alta e atinge pico de quatro meses impulsionada pelo petróleo

    1 de setembro de 2026

    Orçamento de 2027: R$ 133,8 bilhões para impulsionar obras e programas estratégicos

    1 de setembro de 2026

    Preço do querosene de aviação sobe quase 14% com impacto da guerra no Oriente Médio

    1 de setembro de 2026

    Pix: Prazo para contestar golpe que lesa lojistas agora é de 80 dias

    1 de setembro de 2026
    Adicionar Comentário
    Leave A Reply Cancel Reply

    • Facebook
    • Instagram
    Últimas Notícias

    Câmara aprova ‘taxa das blusinhas’: compras internacionais até US$ 50 ficam isentas de imposto e seguem para o Senado

    3 de setembro de 2026

    MPSP avança em investigação de esquema milionário na Fazenda de SP

    3 de setembro de 2026

    Ministro do STF André Mendonça anuncia saída da sociedade em instituto de ensino

    3 de setembro de 2026

    Áudios revelam pedido de Nikolas Ferreira a Daniel Vorcaro sobre ativo de minério

    3 de setembro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    © 2026 Tempo de Noticias.Todos os direitos reservados.

    Digite o texto acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.